Caso de uso
A associação no Cerrado goiano onde o Cultivo nasceu
O Cultivo foi construído dentro de uma associação de pacientes em operação em Goiás, e é usado lá desde o primeiro lote registrado. Estes são os números reais desse uso.
Dados do próprio Cultivo em 22 de outubro de 2026. Não publicamos quantidades de plantas, pesos nem dados de associados.
O desafio
Uma associação que cultiva para os seus pacientes precisa provar, a qualquer momento, a história de cada lote: de onde veio, por quais salas passou, quanto foi colhido e para onde foi. É o que a RDC 1.014/2026 pede em rastreabilidade. Com uma equipe pequena, esse registro tem que caber na rotina — senão fica para depois.
Como a equipe usa o Cultivo
Registro no tablet, no ambiente de cultivo. O registro entra na hora, mesmo sem sinal, e sincroniza depois.
Um QR por lote. Cada lote (sala + dia + genética + fenótipo) tem uma etiqueta; escaneou, abriu o histórico completo.
Da colheita à embalagem. Cada colheita recebe um código e a embalagem sabe de que colheita e de quais plantas veio.
Trilha de auditoria verificável. Cada um dos mais de 1.700 eventos está encadeado ao anterior por hash; se algo mudar, aparece.
Equipe no mesmo histórico. Três pessoas registram no mesmo espaço da organização, cada uma com a sua conta.
O que serve para outras associações
- Dá para começar com o cultivo que já está no chão: o registro começa a partir dali.
- O app saiu desse uso real, então as telas seguem o caminho de quem está na estufa, não de quem está no escritório.
Transparência: o fundador da CannaLogBook participa da gestão desta associação. Por isso o caso é apresentado como a origem do produto, não como um cliente independente.

Quer o mesmo histórico na sua associação?
Comece grátis, até 150 plantas e sem cartão. Registramos o cultivo que já existe e a rastreabilidade funciona no primeiro dia.